Por Cristiano Ribeiro, médico

Todas as turmas de uma Escola EB 2,3 de um concelho importante do Vale do Sousa estão sem aulas de Educação Física desde o início do ano lectivo – ou melhor, tem aulas “teóricas”. E porquê? Por causa de uma caldeira avariada no balneário. Ao que consta, o orçamento para reparar ou substituir a caldeira é de 5.000 euros. Que a direcção da Escola diz não ter. Que a entidade que supervisiona os equipamentos escolares, a DGEstE Norte, diz, á direcção da Escola, não ter neste momento e vai reavaliar em janeiro. A Câmara do concelho onde está implantada a Escola diz não ter responsabilidades em reparar ou substituir a caldeira. Que estava a funcionar no final do ano lectivo anterior. Que deixou de funcionar no início do ano lectivo actual. Que foi utilizada por clubes, associações desportivas ou grupos nesse intervalo de tempo. Que entretanto por excesso de utilização ou velhice deixou de funcionar.

Clubes, associações desportivas ou grupos, numa utilização extra-escolar, certamente ao abrigo de um protocolo de utilização firmado com alguém. Com a Escola? Com a DGEstE? Com a Câmara? Com contrapartidas? Despesas de desgaste de equipamentos? Sem nada?

A Escola vai iniciar obras globais em (…)

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