Miguel Ferreira, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros de Lordelo, desmente o presidente da Câmara de Paredes. Os bombeiros querem otimizar o projeto inicial, mas Celso Ferreira diz que “alteração ao projeto que não cumpre o Plano Diretor Municipal”.

António Orlando – texto

A ampliação do quartel dos B. V. Lordelo pretendida pela corporação que deveria ter sido concluída em julho último está emperrada e só avançará com nova direção da Associação Humanitária. Essa é pelo menos a vontade de Celso Ferreira, presidente da Câmara de Paredes, que não aceita as alterações ao projeto inicial propostas pela atual direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Lordelo (AHBVL), liderada por Miguel Ferreira.

Em causa estará o reposicionamento do projeto.

Em declarações ao Jornal de Noticias (JN), de 2 de agosto último, Celso Ferreira diz que “foi solicitada uma alteração ao projeto que não cumpre o Plano Diretor Municipal e sendo ilegal não pode ser autorizada”.

Confrontado pelo Progresso de Paredes com a justificação do autarca para a recusa em dar aval ao início da obra, Miguel Ferreira, que é simultaneamente membro da junta de Lordelo, liderada pelo social-democrata Nuno Serra, garante que a argumentação de Celso Ferreira baseada no PDM “não é verdadeira”. “Já nos aconselhamos com pessoas que dominam esta matéria [PDM] e dizem-nos que não percebem por que razão o senhor Presidente fala em PDM: é no mesmo local, o edifício terá a mesma altura, o afastamento está dentro da lei cumprindo os requisitos que são os 5 metros, o projeto é, digamos, o mesmo; a única coisa que altera é a disposição do projeto no terreno que nos devolverá 50% da parada, e nada mais”, garante Miguel Ferreira.

A alteração, segundo o responsável (…)

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