Polémica. Movimentação de terras iniciada esta semana pelo comprador foi suspensa por ordem municipal. Câmara justifica o insólito acontecimento com um lapso administrativo.

António Orlando – texto

Uma parcela de terreno que fazia parte da antiga EB2,3 de Baltar que em 20 de janeiro foi cedida pela Câmara de Paredes à Santa Casa da Misericórdia foi, alguns meses mais tarde, vendida a um privado,  alegadamente para revenda. A escritura da venda foi lavrada em 30 de junho de 2017. O registo da parcela de terreno, a que o Progresso de Paredes teve acesso, diz que a favor do privado foram retirados cerca de 2600 metros quadrados ao terreno que tinha sido cedido à Misericórdia por cerimónia protocolar presidida por Celso Ferreira.

O inusitado negócio originou, na tarde de segunda-feira, dia 25 de setembro, uma (…)

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