Sentença. As viaturas eram desmanteladas em armazéns espalhados pelo concelho de Paredes. As peças eram introduzidas no mercado negro. Algumas foram vendidas em Portugal, mas a maioria seguia para Marrocos.

António Orlando – texto

O Tribunal de São João Novo, no Porto, condenou nove pessoas, quatro delas a prisão efetiva por participarem numa organização responsável pelo furto, ao longo de quatro anos, de dezenas de carrinhas de mercadorias destinadas a serem desmanteladas e vendidas às peças para Marrocos.

Paredes em particular e a região do Tâmega e Sousa, em geral, estiveram no mapa de atuação do grupo que ainda estendeu a atividade a Valongo, Matosinhos, Maia, Famalicão, Barcelos, Braga e Guimarães.

Os juízes basearam-se nas provas recolhidas pelo Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Penafiel para dar como provado que dezenas de carrinhas Mitsubishi Canter, Toyota Hilux e Opel Campo, foram furtadas quase sempre de noite, quando estavam estacionadas na rua e em locais com pouca visibilidade.

Uma vez roubadas as viaturas eram levadas para armazéns no concelho de Paredes, designadamente, em Vandoma, Lordelo, Rebordosa e Duas Igrejas. Cada operacional recebia (…)

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