Paulo Silva, Professor

Na reunião de Câmara de do passado dia 18 de Abri de 2017, os vereadores do PS votaram contra as contas de 2016, por estas continuarem a revelar a falta de rigor e descontrolo que tem caracterizado a gestão deste executivo, e no os Deputados da Assembleia Municipal de Paredes, eleitos pelo Partido Socialista, repetiram este sentido de Voto.

Em resumo, as principais razões que motivaram este chumbo são:

1-   A Câmara de Paredes aumentou o Resultado Negativo de 3.032.576 euros em 2015 para 8.415.156,13 euros em 2016.

2-  O passivo da Câmara de Paredes volta a aumentar de 100.913.274,45 euros em 2015 para 102.152.345,62 euros em 2016.

3-  A execução orçamental volta a ser muito baixa, o que revela uma vez mais a apresentação de orçamentos irrealistas e desajustados da realidade. Retirando das receitas o valor do empréstimo de saneamento financeiro no valor de 9,8 milhões de euros contraído em 2016, a execução orçamental foi de 42,7 milhões de euros num orçamento de 63,3 milhões de euros, o que representa uma execução orçamental de apenas 67,5%.

4-  Corolário desta falta de rigor é a Provisão que a Câmara foi obrigada a fazer nas contas de 2016 no valor de 6.000.877,22 euros por causa das irregularidades detetadas com a construção dos Centros Escolares e que podem obrigar a Câmara a devolver 6 milhões de euros.

O executivo da Câmara continua a esconder (…)

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