Por Joaquim Neves,

Engenheiro

 

No estudo comportamental que podemos analisar de Celso Ferreira temos  claramente a sensação que se engana a si próprio e que  isso lhe serve para enganar os outros de uma forma mais eficaz.

É com essa sensação que fiquei ao ouvir a intervenção inicial antes da ordem do dia de Celso Ferreira na última assembleia municipal relativamente ao relatório apresentado pela OLAF (Organismo Europeu de Luta Antifraude).

Será que ele acredita mesmo naquilo que disse?

Como Paredense acho que é uma vergonha o que se está a passar e que todos juntos, independentemente do partido que defendemos, devíamos exigir a verdade dos factos.

Essa é a obrigação de todos nós enquanto Paredenses.

É grave que tenhamos todos que pagar erros dos outros, se se confirmar a retirada de quase 5 milhões de euros de fundos comunitários ao município.

No entanto, existem várias questões que não foram ditas ou, se preferirem, que foram ocultadas por Celso Ferreira que certamente nos iriam ajudar formar melhor a nossa opinião.

Houve ou não investigação por parte da OLAF na Câmara Municipal de Paredes dos processos em causa,  para que os investigadores chegassem às ditas irregularidades ou mesmo infracções?

Tenho a certeza que sim… claro que todos sabemos que ninguém no seu perfeito juízo faz um relatório baseado numa queixa anónima, ao contrário do que foi dito por Celso Ferreira na Assembleia Municipal.

A auditoria realizada deve ter, isso sim, incidido a sua investigação nos factos apresentados pela queixa anónima; mas deve ser assim, não? (…)

Pode ler este artigo na integra na edição de 17 de fevereiro de O Progresso de Paredes ou na edição online reservada a assinantes.