Autárquicas. O passivo da Câmara de Paredes na pior das previsões dos candidatos à presidência do Município irá, no final deste ano, ultrapassar os 120 milhões de euros. O volume dos compromissos financeiros já assumidos pela Câmara com fornecedores está a assustar a maioria dos candidatos à sucessão de Celso Ferreira.

António Orlando – texto

O debate realizado com os candidatos à presidência da Câmara de Paredes ficou marcado pelas contas do município. A discussão aconteceu na noite de 19 de setembro, no Paredes Design Hotel, num encontro de ideias promovido pela parceria Rádio Jornal e Progresso de Paredes que juntou à volta da mesa Alexandre Almeida (PS), Álvaro Pinto CDU), José Miguel Garcez (CDS), Paulo Teles (BE) e Raquel Moreira da Silva (MPP).

Rui Moutinho, candidato do PSD que nestas eleições é o rosto da gestão camarária, declinou o convite para estar presente.

A emergência da resolução de problemas como a extensão das redes de água e saneamento, o realojamento da comunidade cigana, como resolver a questão, por nós batizada, do “complexo das Laranjeiras versus Cidade Desportiva”, foram outras matérias discutidas pelos candidatos.

As apostas dos candidatos

Quem disse presente ao debate trouxe na algibeira um tema para dissertar.

Alexandre Almeida (PS), que em função do sorteio foi o primeiro a falar, afirmou pretender “dar uma nova vida à cidade de Paredes” ao explicar que quer “uma cidade sede do concelho forte que funcione como uma âncora” do ser paredense. Nesse plano prometeu (…)

Leia a reportagem completa na edição em papel de 27 de setembro ou na edição eletrónica subscrevendo a assinatura digital no nosso site.