Inicio hoje a minha colaboração com o Progresso de Paredes, a convite deste prestigiado jornal, que passei a ler desde a minha chegada, como treinador principal, ao grandioso Aliados Futebol Clube de Lordelo.

Espero que a minha abordagem a determinados temas possa ser de fácil e interessante leitura. Na maioria das vezes, darei a minha opinião sobre temas actuais e, noutras ocasiões, poderei debruçar-me sobre questões que entenda serem úteis esclarecer os leitores.

Esta será sempre uma opinião de um treinador de futebol, de alguém que está em cargos de gestão e liderança há 15 épocas desportivas e com várias vivências. Estarei igualmente sempre disponível, pelo endereço aqui inscrito, para esclarecimento de dúvidas e para poder ser desafiado para abordar determinadas temáticas.

Neste primeiro artigo falo sobre a problemática dos direitos de formação dos clubes formadores quando os atletas assinam contratos profissionais até aos 23 anos.

Um jogador pode ser amador ou profissional. Um jogador profissional é aquele que celebra contrato de trabalho desportivo com um Clube, auferindo retribuição pela prestação da sua atividade.

Os Clubes que participarem na formação do jogador têm direito a uma compensação de natureza financeira, quando o mesmo celebre o primeiro contrato de trabalho desportivo até ao final da época em que complete 23 anos de idade, no período compreendido entre os 12 anos de idade e o dia em que o jogador celebre o primeiro contrato de trabalho (ou volte a ser considerado como profissional nos trinta meses seguintes após ter sido considerado amador e a compensação é devida no período compreendido entre a reaquisição do estatuto de amador e a reaquisição do Estatuto de profissional). As compensações apenas são devidas aos (…)

Pode ler esta opinão na integra na edição de 9 de novembro em papel ou na edição online subscrevendo a respetiva assinatura neste site.