Pedro Marinho Marques termina secundário com média de 19,7 valores e segue sonho na Universidade

Pedro Marinho Loureiro Marques fez o seu percurso escolar desde o quinto ano de escolaridade, no Colégio Casa Mãe.

Sempre foi bom aluno e destaca que “sempre tentei ter cinco a tudo. À medida que fui avançando no meu percurso escolar foi se tornando cada vez mais interessante. No secundário tinha as disciplinas que mais gostava e tentava sempre ter as melhores notas possíveis”.

O antigo aluno da Casa Mãe que teve “uma relação maravilhosa com os seus colegas, criei laços para a vida. Os professores sempre estiveram lá para nós e foram muito marcantes na minha caminhada escolar, ajudando sempre a ser melhor”. Elogia ainda, que o facto de estudar no ensino privado e ter uma turma mais pequena “os professores conseguem dar-nos mais atenção e ajudar-nos e tudo o que nós precisamos”.

Pedro concluiu o ensino secundário com uma média interna de vinte valores “mais do que ter disciplina, tens de estudar e trabalhar. Envolve começar desde o 10ºano a aplicares-te. Não é uma questão de quantidade, mas de qualidade”.

“A minha preparação para os exames foi feita como qualquer pessoa. A melhor forma é pegar nos exemplos de anos anteriores, porque vamos encontrar algo muito parecido no exame. Eu fazia um ano, por dia, ou seja, 3 exames por dia, incluindo a época especial. Fui tranquilo para os exames, por sabia que tinha feito o máximo que conseguia e sabia que ia conseguir ter um bom resultado”. Após a conclusão dos exames, Pedro Marinho ficou com uma média de 19,7.

Com média para entrar em qualquer Universidade ou curso do país, decidiu seguir o sonho e entrou no Instituto Superior Técnico de Lisboa, no curso de Engenharia Física Tecnológica. A média do último classificado deste curso foi de 18,1 e Pedro entrou com 19,7. Este curso junta as duas maiores paixões de Pedro, a matemática e a física, para além de “ter muitas saídas profissionais quando terminar os meus estudos”.

“Eu tive sorte porque para além de ter escolhido um curso que eu gosto, escolhi um curso que me permite ter várias saídas profissionais. Penso que não devemos seguir cegamente uma paixão, mas sim adaptá-la a algo mais utilizável, porque querendo ou não temos de pensar no nosso futuro e em pagar as nossas contas, mantendo um nível de qualidade de vida que nós desejamos. Isso não significa que temos de desistir dos nossos sonhos, mas sim lutarmos por eles com inteligência e perspicácia”.

Pedro já se mudou de malas e bagagens para a capital do país e afirma que “está ser interessante, com novas pessoas, novos horizontes e está a ser bom para mim a nível pessoal para mudar de ar e encontrar uma nova realidade”.

Para finalizar, Pedro deixa um conselho para todos os que aspiram alcançar resultados tão cimeiros no ensino “os professores sempre me disseram que havia alunos que no 11º e 12º diziam `se eu soubesse o que sei hoje…´ Para mim o melhor conselho é mesmo começar logo no 10º ano a lutar pelos objetivos, porque muitos alunos pensam que 12º é possível tudo e muitas vezes acabam por não conseguir atingir aquilo que desejavam. É mesmo começar logo a dar tudo para depois ser mais fácil lutar pelos nossos sonhos”.