1 Maio, 2026

Inês Couto é mais uma vez chamada à seleção nacional de futsal

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Espaço Atleta

Nesta rubrica iremos analisar o “progresso” da formação de jovens atletas, no desporto concelhio.

Inês Couto é mais uma vez chamada à seleção nacional de futsal

Inês Ferreira Couto nasceu a 3 de novembro de 2006 e é natural de Vilela, Paredes.

A atleta começou a sua carreira desportiva no Grupo Desportivo e Cultural das Escolas de Modelos em 2016 e permaneceu no clube até 2020. Mudou-se no ano da pandemia para o seu atual clube, o Aliados de Lordelo.

Inês destaca que o “percurso no Aliados tem sido muito bom, vejo o Aliados como muito mais que uma equipa pois receberam-me muito bem e nele tenho evoluído bastante. No clube consegui várias conquistas mas a que mais ambicionava era a seleção nacional e tenho de agradecer ao Aliados por me ajudar a evoluir para chegar aos meus objetivos”. Reforça que “já fui também campeã duas vezes, uma no escalão sub-17 e outra no escalão sénior (onde foram as minhas primeiras conquistas coletivas).

A atleta afirma que “ser mais uma vez chamada à seleção é um sentimento de muita felicidade é significativo de que o meu trabalho está a ser reconhecido e que estou no caminho certo”. Acrescentou ainda que esta “chamada é uma conquista tanto individual como coletivamente porque eu também tenho de agradecer às minhas colegas e treinadores porque me ajudaram a evoluir em cada treino/jogo”.

A decisão de ingressar no futsal “foi por causa do meu irmão, porque ele começou por iniciativa do meu padrinho e eu não quis ficar de fora. Foi uma experiência desafiadora pois joguei no meio dos rapazes e no início foi um bocadinho difícil mas eles apoiaram-me sempre para nunca desistir”.

Elenca que o “futsal feminino já evoluiu em relação aos anos anteriores, já existem mais meninas a praticar este desporto tanto em futsal como no futebol e é bom ver isso uma vez que quando comecei a jogar poucas equipas femininas havia”.

Finaliza recordando o momento em que foi homenageada pela freguesia de Vilela e afirma que foi “um momento bonito onde foi reconhecido o trabalho de 4 mulheres, e isso é um momento muito gratificante pois estão a reconhecer o trabalho das mulheres onde nesta sociedade é pouco visto. Na minha opinião deveria haver mais destas condecorações para reconhecimento de todo o trabalho e dedicação das mulheres”.