Poluição. Mantos de espuma branca contrastavam com a tonalidade escura da água que cortava a visibilidade do fundo do rio.

António Orlando – texto

Mais uma descarga poluente, no Rio Sousa, sobressaltou na passada quarta-feira, dia 13 de fevereiro, os habitantes da zona ribeirinha da cidade de Paredes, que se mostraram bastante revoltados com aquilo que consideram a “ausência de respostas”, face às sucessivas denúncias às autoridades.

As descargas são frequentes, disse ao Progresso de Paredes, António Coelho, morador no lugar da Póvoa.

Mantos de espuma branca contrastavam com a tonalidade escura da água que cortava a visibilidade do fundo do rio. “Isto começou por volta das 16h15. A espaços abrandava, parecia que ia terminar, mas depois a espuma regressava mais e mais. O rio libertava um cheiro esquisito parecido com vinho”, especificou. O habitante mostrou no telemóvel as chamadas que tinha feito para a GNR, mas

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