“Poderá estar a ser negociado, debaixo da mesa, um novo contrato relacionado com as Águas de Paredes”
Entrevista a José Miguel Garcez candidato do CDS/Paredes
Foi escuteiro, jogador de hóquei no Olá Mouriz e líder da Juventude Popular. É o atual presidente do CDS Paredes e membro da Comissão Executiva Permanente da distrital do Porto do CDS.
José Miguel Garcez tem 30 anos, é natural de Paredes e licenciado em Estudos Europeus pela Universidade de Coimbra. Atualmente, frequenta o Mestrado em Gestão e Internacionalização de Empresas no Instituto Politécnico do Porto e exerce funções profissionais na área da consultoria financeira.
António Orlando – texto
Progresso de Paredes (PP) – O que é que levou José Miguel Garcez a candidatar-se a presidente da Câmara de Municipal de Paredes?
José Miguel Garcez (JMG) – A decisão da Comissão Política. O partido entendeu que eu era a pessoa que estava melhor preparada para ir ao encontro daquilo que era desejável no momento que era uma renovação do CDS para salvar o concelho de Paredes. As circunstâncias e a minha pretensão em ser candidato conjugaram-se ao ponto de a decisão ter sido aprovada por unanimidade.
PP – Quando diz que pretende dar voz aos anseios dos paredenses e um novo rumo ao concelho, quer dizer o quê?
JMG – O CDS tem história no concelho de Paredes. Sem o dinheiro que a Autarquia recebe hoje, o CDS deixou o concelho como um líder no Vale do Sousa e Baixo Tâmega. Por exemplo, fomos os primeiros a ter piscinas cobertas, um pavilhão capaz de receber eventos desportivos nacionais e internacionais, fomos os primeiros no distrito, além da cidade do Porto, a ter uma universidade, a CESPU, etc, etc. Os tempos são outros, é certo, mas agora também se recebe mais dinheiro. Enquanto o CDS esteve no Poder soube (…)
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