Emigração. Caso esta medida venha a ser aprovada os emigrantes vão receber uma carta a perguntar se querem ser inscritos nos cadernos de recenseamento eleitoral.


António Orlando – texto


O secretário de Estado das Comunidades, José Luís Carneiro, considera que o recenseamento automático, atualmente em discussão no parlamento, acabará com “uma desigualdade incompreensível” entre portugueses, pedindo aos emigrantes que votem “para mostrar que valeu a pena”.

“Aproxima-se a data da votação final, na Assembleia da República, do recenseamento automático dos portugueses no estrangeiro. O Governo fez o seu trabalho e provou que é possível concretizar esta importante medida política”, afirmou José Luís Carneiro, na tradicional mensagem aos cidadãos portugueses por ocasião do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.

Caso esta medida venha a ser aprovada pelos deputados, refere, “os portugueses no estrangeiro vão receber uma carta a perguntar se querem ser inscritos nos cadernos de recenseamento eleitoral para poderem votar” e “deixam de ter que deslocar-se aos consulados, muitas vezes centenas de quilómetros, para se recensearem”.

“Iremos pôr um fim a uma desigualdade incompreensível entre os portugueses que vivem em Portugal e os portugueses que vivem no estrangeiro (…)

 

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