Manifestação. Funcionários queixam-se de falta de segurança. Cidadãos com mobilidade reduzida atendidos no corredor do rés-do-chão por avaria da plataforma de cadeira de rodas de acesso à Conservatória.

António Orlando – texto

Trabalhadores da Conservatória do Registo Civil de Paredes manifestaram-se em protesto contra a “falta de condições de trabalho a que estão sujeitos, com claros prejuízos para os utentes”. O protesto decorreu, no dia 1 de março, à porta do edifício onde está sediada a Conservatória.

Os trabalhadores dizem-se insatisfeitos com a “falta de privacidade no atendimento dos cidadãos, com a não existência de climatização, falta de saídas de emergência e com o mau estado de conservação das casas de banho”, explica Henrique Guimarães, presidente do Conselho Diretivo Regional Norte do Sindicato dos Trabalhadores dos Registos e do Notariado (STRN).

A manifestação de descontentamento, que decorreu fora do horário de atendimento – entre as 08h00 e as 09h00 para não prejudicar o atendimento dos cidadãos, segundo o sindicato – teve como objetivo exigir à tutela a resolução dos problemas que a Conservatória de Paredes tem registado. Os trabalhadores contestaram ainda (…)

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